Guimarães Rosa:
Ambivalências
Ana Paula Pacheco (FFLCH - USP)
José Antonio Pasta Jr. (FFLCH-USP)
Danielle Corpas (UFRJ)
José Antonio Pasta Jr. (FFLCH-USP)
Danielle Corpas (UFRJ)
A FORMAÇÃO E A ESPADA
29/04/2011
Na recepção de Guimarães Rosa, costuma ser flagrante o tom laudatório, a celebração incondicional do grande escritor que deixou herança inventiva na literatura brasileira. Também se elogia muito, como belo feito alegórico, o traço de mitificação que perpassa todos os seus livros – dos contos longos de 1937-46 (Sagarana) às narrativas curtas de 1965-67 (Tutaméia).
A finalidade desta mesa é avançar na crítica atenta às tensões, aos impasses, aos problemas nas formulações estéticas tão incensadas. Trata-se de encarar assimilação de referências, trabalho com o idioma, posição dos narradores, andamento dos enredos etc. à luz da modernização conservadora no Brasil.
Alguns pontos para debate: formação supressiva do herói e do leitor e formação nacional na periferia do capitalismo; imagens do esclarecimento e da astúcia de classe; violência sistêmica e narração coativa.
A finalidade desta mesa é avançar na crítica atenta às tensões, aos impasses, aos problemas nas formulações estéticas tão incensadas. Trata-se de encarar assimilação de referências, trabalho com o idioma, posição dos narradores, andamento dos enredos etc. à luz da modernização conservadora no Brasil.
Alguns pontos para debate: formação supressiva do herói e do leitor e formação nacional na periferia do capitalismo; imagens do esclarecimento e da astúcia de classe; violência sistêmica e narração coativa.